Prefeitura Municipal de Bragança por meio da Secretaria Municipal de Trabalho e Promoção Social, participaram nos dias 19, 20 e 21 de novembro, por meios dos Programas Sociais de Estratégicas do Programa de Erradicação do Trabalho Infantil (AEPETI) e o Programa da Proteção Social Especial, com o apoio da Secretaria de Estado da Assistência Social, Trabalho, Emprego e Renda (SEASTER), em parceria com o Ministério da Cidadania, onde promoveram o aprimoramento da Gestão e a Oferta da Política de Assistência Social no Estado, realizado no auditório do Instituto de Gestão Previdenciária do Estado do Pará (IGPREV).
Na ocasião 200 Técnicos e Gestores dos 144 municípios, participaram do encontro, afim de esclarecer suas dúvidas e dificuldades.
Na abertura do encontro a coordenadora de Média Complexidade da SEASTER, Kleidilena Teles, ressaltou à importância do Fórum Paraense de Erradicação do Trabalho Infantil e Proteção ao Trabalho do Adolescente. Esse encontro tem como objetivo enriquecer e trocar conhecimentos e experiências com relação ao tema e a partir do Fórum os municípios passam a trabalhar ao longo do ano com ações de combate e conscientização sobre o Trabalho Infantil.
O técnico do Ministério da Cidadania, Francisco Xavier, apresentou e debateu sobre o panorama atual do trabalho infantil e apresentou as perspectivas no fortalecimento do diagnóstico local, como um passo importante para a construção de ações de enfrentamento. “É necessário que se faça um diagnóstico específico, que se compreenda o perfil dessas crianças e dessas famílias, de maneira que o município consiga fazer uma leitura qualificada e a partir disso adequar a política para cada local, e assim construir estratégias eficazes”, afirmou Francisco.
No dia seguinte, a programação seguiu com destaque para atuação da Proteção Social Especial de Média e Alta Complexidade no Sistema Único de Assistência Social – SUAS, que tem como um dos objetivos direcionar ações às famílias e indivíduos que se encontram em situação de risco social e pessoal, por meio de abandonos, maus tratos físicos e psíquicos, abuso e exploração sexual, entre outras violações. É dessa forma, que as Unidades de Acolhimento Institucional acolhem e garante a proteção integral, possibilitando a convivência comunitária, o acesso à rede socioassistencial e muito mais.
Participaram do evento, a Coordenadora da Proteção Especial no Município Karina Pamplona da Silva e da Coordenadora do CREAS Mayara Vasconcelos.

{gallery}2019/conteudo/artigo/semtraps/11/25/01{/gallery}

ASCOM/SEMTRAPS.
Unidos para fazer o Melhor.

Deixe comentário

Seu endereço de e-mail não será publicado. Os campos necessários são marcados com *.

 

Skip to content